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sábado, 8 de março de 2014

Nosso dia

Hoje é o dia internacional da mulher. Muitas pessoas gostam de se expressar sobre esse dia através dos textos. Ora sobre a mulher guerreira, mãe, trabalhadora e feminina, ora sobre o Feminismo e etc. Podemos então subdividi-los em dois: textos ''feministas burros'' - aqueles que só falam asneira e não sabem absolutamente nada sobre o movimento de verdade, e os que, de fato, retratam o feminismo com toda a força política e verdade que o movimento representa. Enfim, eu poderia, mas não vou escrever nada sobre isso. O post de hoje é mais direcionado para as várias campanhas existentes que lutam contra o infeliz sexismo ainda existente na sociedade, o sexismo ''velado'' de lugares como o Brasil, já que, lamentavelmente, em alguns outros a mulher é muito mais minimizada.

Bom, o primeiro projeto é o Olga. Achei o site lindo, cheio de imagens legais, sempre apontando vários problemas cotidianos que nós, mulheres, enfrentamos. Segundo a descrição, o site existe com o intuito de elevar a discussão sobre a feminilidade. Além disso, elas criaram o ''Chega de Fiu Fiu'', um projeto contra as degradantes cantadas que recebemos todos os dias. O mais bacana é o espaço deixado para as leitoras. As criadoras fizeram o ''Talk Olga'', um lugar para ampliar a discussão, dar espaço para quem quiser expressar sua opinião, criar um diálogo sobre o feminino, o feminismo e etc. Super vale a pena dar uma olhada.

Imagens do Chega de Fiu Fiu







O segundo projeto é o curta francês ''Majorité Opprimée''. O vídeo fez muito sucesso nas redes sociais
semanas atrás, e com motivo. Trata-se de um mundo exatamente igual ao nosso, e a única diferença é que as mulheres desempenham o papel dos homens, e vice versa. O curta retrata o sexismo nada velado que nós, mulheres, somos sujeitas todos os dias. O vídeo tem 10 minutos, e a legenda é em inglês, mas pra quem tem preguiça fica a dica de que vale muito a pena. 



Enfim, as mulheres merecem esse feriado, e assuntos como esses deveriam estar em pauta todos os outros dias. Igualdade e respeito são o mínimo que qualquer mulher (e qualquer pessoa) merece!


Um beijo, Giovanna



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